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As entidades engajadas na Campanha Nacional contra a ALCA (Área de Livre Comércio das Américas) já estão distribuindo em todo o País a cartilha "Para entender a ALCA". A cartilha quer explicar, de forma simples e didática, o que é a proposta de criação da ALCA e os perigos que ela nos traz. Os Estados Unidos que sempre quiseram ser os donos de todos os americanos, agora, estão tentando implantar a ALCA e falam do novo projeto como se fosse a construção do paraíso. Mas, por trás desse discurso, se esconde um interesse arrogante de quem se acha superior e trata os outros povos como colônias que devem servir à metrópole, ou seja, a eles. Querem um Brasil obediente e sem crescimento. Mas, a cartilha é também uma convocação, porque é impossível tomar conhecimento e não se indignar com a injustiça. É uma convocação para participar de um amplo movimento social que discuta e combata a implantação da ALCA, em todos os países das três Américas. A cartilha, que custa apenas um real, também divulga e orienta sobre a organização do Plebiscito Nacional sobre a ALCA, a ser realizado de 1 a 7 de Setembro de 2002, finalizando com o Grito dos Excluídos. Coerente com o Plebiscito, o lema do Grito será "Soberania não se negocia". Em Fortaleza, a próxima plenária dos articuladores da Campanha Contra a ALCA acontecerá nesta segunda-feira (20), às 18 horas, no Seminário da Prainha. Na ocasião será discutida a preparação do Curso dos Mil, no qual serão formados mil militantes que difundirão a Campanha em todo o Estado.
Contato: para pedidos: Secretaria do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil - fone: (61) 321.4034 - e-mail: conic.brasil@zaz.com.br
Campanha Jubileu Sul/Brasil (11) 3341.0201 e-mail: jubileubrasil@terra.com.br
Aliança Social Continental - CUT Nacional (11) 3272.9411
Edições Loyola (11) 6914.1922/ (11)6163.4275 vendas@loyola.com.br

 

 

Notícias do Plebiscito:

 

Mais de 10 milhões votaram contra a Alca

Mais de 10 milhões de brasileiros votaram contra Área de Livre
Comércio da América. Esse número equivalente a 8,8% do eleitorado
brasileiro e a 5,9% da população que rejeita a participação do
Brasil na Alca e defendeu que o governo interrompa as negociações. O
resultado foi divulgado ontem,17, em coletiva à imprensa, no
auditório lotado da Câmara dos Deputados, em Brasília. Os números
foram apresentados pela Comissão Nacional do Plebiscito Nacional,
com a presença de Dom Franco Masserdoti, presidente do CIMI
(Conselho Indigenista Missionário) que estava representando a CNBB;
João Pedro Stédile, do MST (representando os movimentos sociais);
pastor Ervino Schmidt, do Conic (Conselho Nacional das Igrejas
Cristãs do Brasil); Sandra Quintella, do PACS ( Instituto de
Políticas Alternativas para o Cone Sul); Gilson Reis, da CUT; Felipe
Maia, da UNE, e Ricardo Gebrim, presidente do Sindicato dos
Advogados de São Paulo.
Segundo Dom Franco, da CNBB, o Plebiscito foi um exercício de amor a
nossa Pátria e de cidadania do povo brasileiro. "Queremos que o povo
se torne protagonista de sua própria história", defendeu. Para o
bispo, 10 milhões é muito importante em comparação aos 115 mil
eleitores, pois, a Campanha não recebeu o apoio da grande imprensa e
nem do governo federal.
O Plebiscito sobre a Alca foi realizado, de 1 a 7 de setembro, nos
vinte e sete estados da Federação. Foram quase 4 mil municípios,
envolvendo mais de 150 mil pessoas voluntárias de centenas de
organizações populares, movimentos sociais do campo e da cidade,
igrejas, sindicatos, federações sindicais, entidades estudantis,
movimentos de mulheres, associações profissionais, ONG´s e partidos
políticos. Para a realização do Plebiscito, mais de 55 mil urnas e
20 milhões de cédulas foram distribuídas em todo o Brasil. Desde o
início deste ano, foram realizados incontáveis debates públicos pelo
país e distribuídas milhares de cartilhas, livros e publicações para
conscientizar a população sobre as conseqüências da Alca.
Foram três as questões submetidas ao voto popular:
1.O governo brasileiro deve assinar o tratado da Alca?
2.O governo brasileiro deve continuar participando das negociações da Alca?
3.O governo brasileiro deve entregar uma parte do nosso território -
a Base de Alcântara - para o controle militar dos Estados Unidos?
Na primeira questão, 98,33% ( 9.979.964) das pessoas votaram "não"
e 1,12% (113.643) "sim". Na segunda, 95,94% (9.737.190) votaram
"não" e 3,37% (341.593) disseram "sim". Na terceira e última
questão, 98,59% (10.006.740) votaram "não" e apenas 0,65% (66.219)
indicaram "sim".

Votação nos Estados supera expectativas

A votação nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Bahia
superou as expectativas do Plebiscito da Alca. Em São Paulo,
2.337.063 pessoas votaram, 9.105 urnas apuradas e 27.315 voluntários
trabalharam durante a votação. Em Minas Gerais, 1.297.750 votantes,
1.505 urnas apuradas e 9.030 voluntários. No Rio de Janeiro,
742.254 votantes, 1.392 urnas apuradas e 4.176 voluntários. Na
Bahia, 770.067 votantes, 2.000 urnas apuradas e 4.000 voluntários.
No total 120 mil voluntários trabalharam para que o Plebiscito fosse
realizado e 10.149.542 votantes em todo o Brasil. Segundo a
coordenação nacional, estes números podem aumentar, pois ainda
faltam computar algumas urnas nos estados da Bahia, Minas e São
Paulo.

Cerca de 3 mil pessoas participam da marcha contra Alca em Brasília

Aproximadamente 3 mil pessoas vindas de todo o Brasil participaram
da marcha contra a Alca, Área de Livre Comércio das Américas, em
Brasília. A manifestação aconteceu ontem, 17, por volta das 14h em
frente a Catedral de Brasília, indo até à Embaixada dos Estados
Unidos e depois até a Praça dos Três Poderes, onde aconteceu um ato
público. O resultado do Plebiscito foi entregue em audiência pública
na Câmara, Senado, Supremo Tribunal Federal e Presidência da
República. Ás 21 horas, de ontem, 17, foi realizado o Show Contra
Alca no Parque da Cidade com a cantora Beth Carvalho .
Hoje, 18, às 11h, foi realizada uma audiência com a embaixadora do
Estados Unidos, Donna Hrinak, para entrega do resultado e
solicitação do arquivamento do pedido dos EUA para o uso da Base de
Alcântara (MA). Também está ocorrendo hoje no Expo-Brasília, uma
Assembléia Popular para avaliar o Plebiscito e discutir os próximos
passos da Campanha. No período da manhã foram realizadas palestras e
debates. O jurista Fábio Konder Comparato e Berverly Keende, do
Movimento Diálogo, da Argentina, além de representantes de outros
movimentos sociais da América Latina, estão presentes.

*****************

Resultado do Plebiscito sobre a Alca supera números do Plebiscito da
Dívida Externa

O resultado divulgado superou os números do
Plebiscito da Dívida Externa realizado em 2000 por várias entidades
sociais, da igreja, sindicatos e movimentos populares. Foram mais de
6 milhões de pessoas que votaram contra o pagamento da dívida
externa. No Plebiscito sobre a Alca, mais de 10 milhões de
brasileiros rejeitaram de forma clara e contundente a assinatura do
tratado da Alca pelo governo brasileiro; a continuidade da
participação do governo brasileiro nas negociações da Alca e
condenaram a entrega da Base de Alcântara pelo governo brasileiro
para o controle militar dos Estados Unidos.
Até abril de 2003, segundo João Pedro Stédile, do MST, Movimento dos
Trabalhadores Sem-Terra, outros paises da América também realizarão
seus Plebiscitos sobre a Alca, entres eles, a Venezuela, Argentina,
Colômbia, México, República Dominicana, Nicarágua, El Salvador e
Peru. "Queremos transformar nossa Campanha numa Campanha
Latino-Americana Contra Alca", afirma. O coordenador do MST, avisou,
ainda, que na Venezuela o próprio governo está tomando a iniciativa
de realizar o Plebiscito sobre a Alca.

Cáritas Diocesana de Cachoeira do Sul participa da marcha

Em meio a tantas entidades do movimento social e de igreja,
sindicatos e representações estudantis, estavam na marcha os
representantes da Cáritas Diocesana e da Pastoral da Sobriedade de
Cachoeira do Sul (RS). Antônio Hermes, da Cáritas, e Evaldo Kilpp,
da Pastoral, ficaram satisfeitos com o resultado do plebiscito. Em
Cachoeira, o Plebiscito obteve 6.233, cerca de 10% do eleitorado
local. "A campanha contra a Alca veio para nos acordar", afirmam,
ressaltando também que foi uma oportunidade de integração entre
Cáritas, pastorais sociais e sindicatos.

Manifesto sobre Plebiscito é divulgado em todo o País

Os resultados do Plebiscito fizeram parte de um Manifesto divulgado
em coletiva à imprensa e nas audiências públicas. No documento, as
entidades explicam a importância de se fazer plebiscitos nacionais
para a democracia do país. Conforme trechos do documento: " A
cidadania brasileira tem dado, assim, sucessivas mostra de
maturidade e vontade política, sempre disposta a participar quando
solicitada, sempre indicando a ânsia por um presente e um futuro de
libertada, dignidade e justiça. Ao contrário do que dizem as elites,
o povo brasileiro se interessa e deseja participar dos grandes
debates e decisões acerca de nosso presente e futuro enquanto Nação".

SDS - Bl. P - Ed. Venâncio III - Sala 410 CEP:70393-900 -
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Jornalistas Responsáveis: Cida Lima MTB 23324-SP
e Suylan Midlej
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