LIVROS, REVISTAS, JORNAIS, ETC.

1 - Simplicidade Voluntária

Duane Elgin - Editora Pensamento

Este livro é uma prova de que viver com simplicidade exterior ajuda a aumentar a riqueza interior. Complicar a vida, aumentar as preocupações, ansiar por bens materiais que podem ser dispensáveis, e passar uma vida inteira lutando por uma posição social de destaque que pode ser um desgaste pouco compensador. Partindo desse princípio, a autora Duane Elgin nos mostra o caminho da felicidade através de uma vida de simplicidade consciente que, em nenhum momento, pode ser confundida com uma vida de privações e de pobreza. É comum as pessoas associarem a vida simples à privações e, conseqüentemente, à pobreza voluntária e deliberante. É importante reconhecer esses falsos conceitos para que possamos superá-los. Buscar uma vida de simplicidade não é abrir mão do conforto, mas, sem dúvida, é ter mais consciência de uma filosofia de vida saudável para si e para toda a humanidade.

Nesse sentido, Duane Elgin dá um exemplo peculiar, de um cidadão que opta por ir ao trabalho de bicicleta para não poluir o ambiente, economizar combustível e deixar de lado a vida sedentária, e de outro cidadão que vai ao trabalho de bicicleta por pura falta de opção.

No primeiro caso, o ciclista faz dessa rotina um prazer; e no segundo, uma tortura. Simplicidade Voluntária nos mostra que existem três alternativas diante de nós - o colapso, a estagnação e a transformação.

Iniciamos um processo de transição que sai do âmbito individual para ganhar dimensões globais e nesse cenário, cada um de nós é responsável pela maneira como faz uso de cada momento.

A simplicidade de viver é essencial para evitarmos desvios no processo da evolução. Por esses e outros caminhos, a autora conclui uma obra recheada de citações interessantes e de vivências ricas que resultaram no amadurecimento do ser humano.

Ela explica que não há uma receita para se definir uma vida de simplicidade consciente, mas um padrão geral de comportamento e de atitudes que caracterizam as pessoas que escolhem esse caminho.

2 - Celebração da Simplicidade

Richard Foster - Editora United Press

Com um texto acessível, profundo e bem argumentado, Celebração da Simplicidade apresenta um estilo de vida mais humano e criativo, apontando formas para transformarmos nossas vidas em modelos de simplicidade. Aqui, Richard Foster, o consagrado autor de Celebração da Disciplina, nos incentiva a repensar nossas prioridades e a "buscar primeiro o Reino de Deus e toda a sua justiça".

Ele nos mostra como viver em harmonia com a rica complexidade da vida, enquanto enfatiza a relação da simplicidade com a oração, a solitude e com todas as disciplinas cristãs. Para Foster, a simplicidade é essencial para uma vida crsitã autêntica.

3 - A Vida Simples

Airton Freire de Lima - Edições Bagaço

Excelente livro, gostoso de ler, que apresenta muitas idéias, pistas, para quem busca a simplicidade de vida. Alguns trechinhos:

"Oh tu, que estás cansado pelo acúmulo do que carregas, não importando a natureza que isto possa ter. Aproveita este tempo, agora é o momento. A vida simples é uma alternativa para que tu possas ser."

"Cesse o que, essencialmente, não satisfaz. Cesse o que cerceia, limita, constrange tudo de que és capaz. Cesse o que faz do constante fugaz. Cesse o que cria necessidades inconsequentes.

"Cesse o que é desumanamente exigente, como ter que determinados fardos carregar, suportar, não importando sua natureza e o que trazem, consequentemente."

"Não tens que responder a uma expectativa de viver conforme certo status de vida. Vale a vida inteira e plenamente vivida. Não tens que suprir o lado carente de quem demanda sobre ti."

4 - Simplifique Sua Vida

Werner Tiki Kustenmacher e Lothar J. Seiwert - Ed. Fundamento

Este é um best seller internacional. Muito bom, recomendo! Conselhos úteis e valiosos!!! "Simples é o certo. Comece certo e vai ser simples. Continue certo e será simples. O caminho certo para achar o simples é esquecer o caminho certo e esquecer que ele é simples."

5 - Como Administrar Melhor Seu Dinheiro

Mauro Halfeld - Ed. Fundamento

Segundo o autor poupar é importante para qualquer indivíduo ou nação que deseja se livrar da pobreza.

Perguntado várias vezes sobre como reinventar o verbo poupar, diante de uma grande maioria que ganha muito pouco no Brasil, Halfeld diz que mesmo nas comunidades carentes encontrou pessoas que conseguiam poupar realizando serviços extras nos finais-de-semana. Com isso, aumentavam sua renda em 30% ou até mesmo dobravam-na.

As pessoas pobres que precisam aumentar seus rendimentos viram garçons, babás, cozinheiras, muito requisitadas nos finais de semana. Já as de classe média tornam-se professores, músicos ou fazem serviços de digitação ou programação de textos. "E preciso identificar as vocações", diz Halfeld.

Ele acrescenta que é preciso resgatar antigos valores de nossos avós como a poupança e a disciplina. Essa cultura foi perdida com a inflação galopante do governo Sarney e os brasileiros assimilaram os hábitos do imediatismo ou do curtíssimo prazo. Seu livro vai totalmente contra esse comportamento e, de forma didática, com gráficos e infografias, ensina que sabendo administrar bem a vida é possível poupar e garantir um futuro melhor.

Uma outra dica de bem administrar a vida, segundo Halfeld, é não "jogar dinheiro fora", entrando em crediários a perder de vista. Isso para ele é um verdadeiro desperdício de dinheiro diante dos atuais juros de mercado. É preferível esperar um pouco, guardar o dinheiro, comprar o produto usado, recuperar o velho, do que adquirir um novo em prestações que triplicam o preço do produto."

(Fonte: jornal Estado de Minas, 25/06/01)

6 - Império

Michael Hardt e Antonio Negri - Ed. Record

O Imperialismo pode estar mais próximo da globalização do que se supõe. Embora o Imperialismo como o conhecemos não exista mais, a idéia de império continua viva. E é - como analisam Michael Hardt e Antonio Negri em IMPÉRIO - a nova ordem política da globalização. Esse livro mostra como o império emergente não é tão diferente da dominação imperialista européia e da expansão capitalista ocorridas respectivamente no início do século XIX e século XX. Apenas o 'império' de hoje traz elementos do constitucionalismo americano, com sua tradição pluricultural de expansão de fronteiras.

Hardt e Negri analisam as mudanças culturais, econômica e jurídicas ocorridas nas últimas décadas e mostram como é mais simples identificá-las do que apreendê-las.

E vão mais longe: insistem que estas só fazem sentido se dissecadas linearmente e comparadas a nossa própria definição de império ao longo das eras, uma ordem universal que desconhece limites ou fronteiras. IMPÉRIO identifica uma brusca alteração nos conceitos que formam a própria base filosófica da política moderna - como soberania, nação e povo. Hardt e Negri relacionam essa mudança filosófica a reviravoltas econômicas e culturais na sociedade pós-moderna - a nova forma de racismo, novos conceitos de identidade e diferença, novas tecnologias de informação, comunicação e controle e as novas rotas de imigração. Mais do que simples análise, IMPÉRIO é um trabalho de filosofia política, que observa regimes de exploração e controle na nossa ordem mundial, a procura de um novo paradigma político, verdadeiramente democrático.

7 - Sem Logo: A Tirania das Marcas Em Um Planeta Vendido

Naomi Klein

Em 1992, a Nike pagou 20 milhões de dólares a Michael Jordan para estampar o rosto do rei do basquete nas propagandas de seu mais novo tênis. A quantia fica ainda mais impressionante quando se descobre que é muito superior do que a que a empresa pagou a todo o conjunto de 30 mil trabalhadores indonésios que efetivamente fabricaram os calçados. Essa e outras histórias curiosas do mundo do marketing estão em SEM LOGO - A TIRANIA DAS MARCAS EM UM PLANETA VENDIDO, livro da jornalista canadense Naomi Klein. O livro revela o processo de traição das promessas centrais da era da informação: opções, interatividade e liberdade crescente. Oferece, ainda, uma organizada compilação dos protestos mais significativos contra grandes corporações e sua influência mundial.

Saudada pelo The New York Times como “(...) a bíblia de um movimento”, esta obra foi considerada pelo jornal britânico, The Observer, “O capital do crescente movimento anticorporativo”.

Em SEM LOGO - A TIRANIA DAS MARCAS EM UM PLANETA VENDIDO, Naomi Klein constrói formulações reveladoras sobre o reino das marcas: aponta os efeitos negativos do marketing na cultura, no trabalho e nas escolhas do consumidor, mostrando como multinacionais convertem o mundo em uma oportunidade de mercado.

Logotipos e marcas são o que temos mais próximo de uma linguagem internacional: a maior parte dos seis bilhões de habitantes da Terra pode identificar o símbolo do McDonald’s ou da Coca-Cola.

No universo globalizado, gerenciar imagens e associações por meio das quais o consumidor se relaciona com um produto se tornou a chave do sucesso .

8 - Vagão Descarrilhado

Reinaldo Gonçalves - Ed. Record

Em VAGÃO DESCARRILHADO, o premiado economista Reinaldo Gonçalves - professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro e ganhador do Prêmio Jabuti em 2001 na área de Economia, Direito e Administração , discute o capitalismo atual e suas tendências futuras tanto no Brasil quanto no mundo. Sob a ótica da Economia Política Internacional, o autor analisa, de forma crítica, a necessidade de uma mudança na natureza do modelo de inserção internacional usado pela equipe econômica brasileira. VAGÃO DESCARRILHADO toma como referência os conflitos entre as classes em cada sociedade, os conflitos entre os estados nacionais e os três principais fenômenos da economia mundial: a hegemonia dos EUA, a financeirização e a globalização. A ligação entre as economias de diferentes países tem conseqüências sérias.

Se o cenário internacional se agrava, a situação brasileira sai de prumo. O país atrelou sua economia à dos Estados Unidos, que entrou no século XX como um trem veloz - e saiu do mesmo com sua locomotiva enferrujada. Para Reinaldo Gonçalves, as saídas para a crise do capitalismo são limitadas. O Brasil é o vagão descarrilhado da economia mundial. Desde 1995, o país sofre de uma grave crise sistêmica, com a simultânea ocorrência de cinco processos: desestabilização macroeconômica, desmonte do aparelho produtivo, esgarçamento do tecido social, deteriorização política e institucional e perda de governança. VAGÃO DESCARRILHADO mostra que sem uma estratégia ativa de inserção na economia global, a trajetória do Brasil e suas associações financeiras será medíocre.

9 - O Reencantamento da Vida

Bernardino Pinera - Ed. Paulinas

Apaixonante do começo ao fim. O reencantamento da vida tem o mérito de nos mergulhar nos problemas do homem de hoje, agitado pela tecnologia, pela competitividade, pela derrubada das ideologias, pela crise de fé, pelo surgimento de novos conceitos.

Com audácia, seu autor passa da descrição ao questionamento dos fenômenos da modernidade e da pós-modernidade.

Desse modo ele se pergunta se o socialismo será uma expressão da modernidade ou da antimodernidade; se as drogas são resultado da moral permissiva da modernidade ou um fenômeno próprio da contracultura; se é possível a política se desentender da filosofia, da cultura, da arte; se pode subtrair-se ao debate de idéias em aras do pragmatismo imperante. Temas candentes que, inevitavelmente, contradizem os pregoeiros do fim da história.

10 - Exigências Evangélicas e Éticas de Superação da Miséria de da Fome

Alimento: Dom de Deus, Direito de Todos - Ed. Paulinas

Este documento renova a opção da CNBB em favor dos pobres. Fala dos desafios prementes no início do milênio, do drama da fome no Brasil e as mudanças de mentalidade que precisa acontecer. Conclamando todos os homens e mulheres de boa vontade para uma ação efetiva pela superação da miséria e da fome.

Nós, os bispos, declaramos logo no início deste documento que “desejamos assumir, a cada dia, as alegrias e esperanças, as angústias e tristezas do povo brasileiro, especialmente das populações das periferias urbanas e das zonas rurais – sem terra, sem teto, sem pão, sem saúde – lesadas em seus direitos”. Assim, queremos continuar solidários com todas as pessoas, de todas as camadas sociais, mas especialmente com os mais pobres e ajudar também a sociedade brasileira a estar bem atenta ao sofrimento daqueles que vivem na miséria e na fome, com o intuito de promover entre o próprio povo ações imediatas em socorro das vítimas e estimular as autoridades governamentais a definir e pôr em prática políticas públicas eficazes para sanar este flagelo social.

No ano em que completa meio século de existência, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança um uma campanha para discutir e propor soluções para a realidade de fome e miséria em que vive boa parte da população brasileira.

O mutirão para superar a miséria e a fome surgiu em abril. A comemoração dos 50 anos da CNBB motivou a entidade a se engajar na luta contra as mazelas sociais do País.

Do encontro surgiu um documento intitulado Exigências Evangélicas e Éticas de Superação da Miséria e da Fome.

11 - Ética na Internet

Pontifício Conselho para as Comunicções Sociais - Ed. Paulinas

"Um grande bem e um grande mal provêm do uso que as pessoas fazem dos meios de comunicação social. Não obstante geralmente se diga – e com freqüência diremos aqui – que os mass media fazem isto ou aquilo, não se trata de forças cegas da natureza, fora do controle humano. Pois, embora os atos de comunicação, com freqüência, tenham conseqüências involuntárias, são as pessoas que escolhem usar os mass media para finalidades positivas ou negativas, de modo reto ou incorreto."

"Essas opções, fulcrais para a questão ética, são feitas não só por aqueles que recebem as comunicações – espectadores, ouvintes e leitores –, mas especialmente por aqueles que controlam os instrumentos de comunicação social e determinam suas estruturas, linhas de conduta e conteúdo."

12 - Para Entender a ALCA

Campanha Nacional contra a ALCA - Ed. Loyola

Esse todo latinoamericano tem de ler e se posicionar, rápido, antes que tio Sam nos engula!

Você já ouviu falar de um bloco que reúna todos os países do nosso continente? A ALCA é um projeto de bloco econômico que compreende as nações da América do Sul, Central e do Norte, representando uma Área de Livre Comércio das Américas. A proposta desse projeto não é nova, foi feita no dia 9 de dezembro de 1994, em Miami, na Flórida. A iniciativa da ALCA partiu dos Estados Unidos durante o governo de George Bush (o pai).

O objetivo proposto na elaboração da ALCA era eliminar de forma progressiva as barreiras ao comércio e aos investimentos dentro das Américas. Basicamente, na condição ideal de existência desse bloco econômico, iriam circular livremente mercadorias, capitais e serviços.

Ainda se considera a ALCA apenas um projeto porque as negociações pararam em novembro de 2005, quando ocorreu a última reunião da Cúpula das Américas.

13 - Pensamento Ético Contemporâneo

Jacqueline Russ - Ed. Paulus

O vazio ético é o momento em que tudo o que se sabia, o que fundamentava a ética está posto em discussão, ou para maior exatidão, não existe. Sejam os princípios religiosos, seja tudo o que coloca fora do ser humano as respostas para as perguntas éticas. Daí surge a possibilidade de uma nova abordagem do conteúdo ético. Este vazio se dá por causa do desenvolvimento tecnológico, que faz com que os questionamentos se aprofundem e que respostas superficiais não consigam resolve-los. Não bastasse isso, ainda acomete-nos uma grande ausência de sentido. As coisas não fazem sentido. O sentido faliu, assim como o Zaratustra de Nietzsche anuncia a morte de Deus para o Sacerdote, assim também parece que o sentido morre, mas importante é sabermos que sentido é este de que falamos. O sentido que morre é o que foi fundado na era clássica, resgatado na renascença e fixado com o cartesianismo iluminista. Parece que agora cabe-nos a formulação de uma proposta para o sentido, que não se fixe em respostas, mas que dê ferramentas para exploração de um sentido que dê conta de nossa Hypermodernidade.

Jacqueline coloca alguns aspectos do individualismo na página quatorze do seu livro Pensamento Ético Contemporâneo. Evoca a conceituação do século XIX onde individualismo significava a não aceitação das regras do estado ou da igreja. O individualismo era uma vontade de não sujeitar-se ao que era externo. Nós, signatários do século XX herdamos grande parte desta inconformidade, e ela evoluiu. Esta passagem refere-se, segundo a autora, ao momento em que Nietzsche aponta como a completa projeção do indivíduo para dentro de si mesmo, não importando, portanto, nada que está para fora. Este princípio solepsista parece-me muito forte, e dá a idéia de uma esquizofrenia aguda de toda a sociedade. Prefiro crer que não é desta forma que a autora se coloca, mas sim que aponta para um momento onde o sujeito ganha uma dimensão muito especial (século XIX) e aos poucos este sujeito vai se descentrando e ai percebe a ineficácia dos conceitos herdados para dar conta do novo cenário. Precisamos então apresentar novas formas de traduzir a necessidade de nossa época, e procurar encaminhá-la da melhor forma possível, fornecendo subsídios para a formatação de uma nova humanidade.

14 - Devagar: Como um Movimento Mundial está Desafiando o Culto à Velocidade

Carl Honoré - Ed. Record

O livro vai muito além de uma proposta ingênua de volta ao passado, para um mundo utópico e irrealizável. No seu início, na introdução “A Era da fúria” e em seu primeiro capítulo “Faça tudo mais depressa”, o autor faz uma análise geral do atual estado de coisas e busca as raízes históricas da transformação do tempo e da pressa nos algozes do homem moderno. “Precisamos então definir aqui o nosso propósito. Neste livro, Depressa e Devagar não se limitam a definir uma alternativa. Remetem também a maneiras de ser, ou filosofias de vida. (…) É uma questão de estabelecer ligações reais e significativas – com pessoas, o trabalho, a comida, tudo.” A filosofia Devagar não é contra a tecnologia, ao contrário, reconhece seu papel fundamental na qualidade de vida que ela permite no nosso tempo. Porém, a grande questão é seu papel na determinação do nosso cotidiano. A primeira edição do livro é de 2004, antes da proliferação dos smartphones e de uma presença tão ostensiva da internet em nossas vidas, quando as redes sociais ainda estavam engatinhando. Mas, neste sentido, o livro é profético e sua mensagem ainda ganha um sentido mais profundo na contemporaneidade.

Começando pelo Movimento Slow Food, o livro passeia pelas diversas iniciativas que compõe o “Mundo Devagar”. Uma leitura agradável, em que Carl Honoré revela-se um contador de histórias, em suas andanças pelo mundo, freqüentando lugares e conhecendo pessoas, uma extensa e profunda pesquisa sobre as atividades são penetradas por esta nova concepção da vida. Debruça-se sobre a vida nas cidades , o sexo, a infância e a criação dos filhos, os múltiplos aspectos contemplados pela filosofia Slow. De particular relevância é sua abordagem de dois pontos fundamentais da vida humana: o trabalho e o lazer. Falando de uma questão trágica que é o excesso de trabalho no Japão e sua conseqüência mais radical, o karoshi , ele aponta para o estabelecimento de novas relações de trabalho, em que o exagero mostra-se contraproducente. Propõe uma nova maneira de vivenciá-lo, mais tranqüila e, surpreendentemente, mais produtiva. Salienta a importância do lazer, identificando em atividades como a jardinagem, o tricô e a leitura , maneiras de passar o tempo livre de maneira saudável, que permitem o contato com a natureza, com as pessoas e, no caso da leitura, consigo mesmo.

Resenha de José Carlos Campos Velho.

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